Mulheres ‘Gordinhas’ São as Melhores de Cama (Diz Pesquisa)

A fabricante de camas Silent Night, financiou uma Pesquisa que descobriu que os Homens acham que mulheres Gordinhas são melhores de cama do que as magras.

O Estudo apontou que 89% dos homens pensam que ter uma parceira, que pelos atuais padrões estéticos, estão acima do peso, é uma ideia que os encanta.

Mas a preferência não é só dos homens; 68% das Mulheres pesquisadas, disseram que homens pesados são melhores no Sexo.

No Estudo, os Pesquisadores também descobriram que as Gordinhas, fazem 5 vezes mais peripécias do que as magras na Cama.
Outra Pesquisa, feita pelo neurocientista Steven PlateK, do Geórgia Gwinnet College, USA, descobriu que quando os homens olham para uma Mulher Curvilínea, ativa no seu cérebro, a mesma área que também é ativada, quando se está sob o efeito de droga ou álcool.


Durante a Tomografia Computadorizada, foram distribuídas fotos de mulheres magras e gordinhas. As gordinhas ativaram mais a área ligada ao Sentimento de Recompensa. Segundo os cientistas, as curvas das Mulheres, estão diretamente associadas à fertilidade, geração de filhos e menor incidência de doenças.

O Estudo apontou que corpos roliços, ativam áreas cerebrais que concentram a atenção do Homem a Mulheres com potencial de serem boas reprodutoras. Os cientistas disseram que mudanças na massa corporal somente ativam áreas associadas à Apreciação Visual e não à sensualidade. Agora Você sabe. Antes de Começar a fazer dieta, pense bem se não vai perder junto com os quilinhos extras, o Sex Appeal.

fonte: as biritas

Anúncios

Gordinhas e Gostosas sim! (Na cama)

Não há diferenças entre mulheres com peso normal e mulheres gordinhas, no sentido de orientação sexual, frequência das relações sexuais, muito menos com relação a ter desejo.
O que acontece é que mulheres acima do peso, podem se sentir inseguras em relação ao parceiro, sofrer com o medo de rejeição por estar fora dos padrões de beleza.
Na hora do sexo, muitas pessoas se intimidam por não ter exatamente aquele corpo de modelo de revista.  Sabemos que na vida real não existe Photoshop e que cada mulher é única com todas suas características.
Não deixe que nada disso acabe com sua autoestima.  Mostre a eles do que você é capaz na cama, nada de se sentir limitada Ou apagar as luzes.
Meninas, não tenham vergonha de seus corpos. A indústria da moda impôs um padrão de beleza que não condiz com a realidade! Vocês são lindas! São gostosas!
Sintam-se assim e sejam felizes! Vamos deixar as encanações de lado e curtir o sexo sem medo de ser feliz!
Se você não se sentir confortável com o seu corpo, na hora do sexo, inove, por exemplo, colocar uma camisa sexy transparente e permanecer com ela na hora da relação amorosa.
Se seu caso é que tanto você como seu parceiro sexual está gordinho, experimente deitar-se e abrir as pernas, seu parceiro deverá apoiar-se nas suas cadeiras, por debaixo das suas coxas. Desse modo, as barriguinhas terão espaço para respirar e ele poderá te penetrar profundamente.
Se seu amante é mais magro e você mais cheinha, experimente deitar-se e levar sua perna até o peito o máximo que conseguir. Seu amante poderá deslizar atrás de você e penetrar por trás, com os joelhos encostados nas suas pernas, por debaixo. Você também poderá controlar o ritmo dessa forma.
O estilo “cachorrinho” também é perfeito já que ambos têm espaço de sobra para os quilinhos a mais e possibilita uma penetração profunda.
A colherinha também garante momentos de prazer inesquecíveis, ambos podem controlar o ritmo enquanto se beijam apaixonadamente. A mulher também pode colocar-se encima do homem, olhando para seus pés. Assim o homem pode aproveitar a visão do seu bumbum enquanto você se move.
Estar de bem consigo mesma e se sentir bem consigo mesma é a melhor dica. Para isso, não pense que os homens não sentem atração pelas suas curvas acentuadas, pelo seu bumbum. São justamente essas características que lhe dão um ar de sensualidade que as diferenciam das magras. Vocês são desejadas justamente por essas características.
A sociedade é hipócrita. E muitos homens (de modo geral os mais novos) querem se apresentar para a sociedade com uma mulher da “moda”, mas nutrem uma grande atração por mulheres gordinhas.
Existem mulheres gordinhas que ousam e assumem sua beleza e sensualidade, aprendem a serem desejadas do jeito que são merecedoras de felicidade, sensualidade e desejosas de viver o prazer. Portanto, enquanto você não chega onde quer, aproveite e viva cada momento de uma forma única.

fonte: as biritas

Meu marido reclama quando uso decote” diz Preta Gil no SPFW

Preta Gil disse que o marido tem ciúmes de suas roupas. Foto:  AgNews

Preta Gil disse que o marido tem ciúmes de suas roupas
Foto: AgNew

A cantora Preta Gil marcou presença na fila A do desfile de André Lima neste sábado (16) no SPFW e falou um pouco da sua relação com a moda, com o filho e o marido. “Meu filho não tem ciúmes de mim, ele é parceiro e companheiro. Já meu marido é mais ciumento, tem uma posição mais machista. Ele reclama que eu coloco roupa muito curta ou decote. Mas sou uma mulher do século 21, quando ele reclama dou um sorriso e coloco mesmo assim”, afirmou.


Usando um vestido da grife NK, Preta acrescentou que é dada às compras. “Sou muito consumista. Meus luxos são joias, bolsas e roupas. Hoje, por exemplo, comprei esse vestido bonito para vir ao desfile”, contou.

A cantora aproveitou para dizer que se prepara para lançar uma coleção no próximo dia 19 de julho, em parceria com a C&A. “Infelizmente vivemos em um mundo onde os tamanhos vão até o 44”, pontuou. “Estou muito feliz em lançar minha coleção, ela é toda baseada no meu jeito de vestir. É a minha cara, super fashion. Está totalmente na moda, tem muito vestido, estampa de onça, decote. Acho que a mulher brasileira vai se sentir prestigiada e representada. O mundo da moda é muito cruel com a mulher”, acrescentou.

Após o desfile, Preta também visitou o estúdio do Terra no São Paulo Fashion Week, conversou com a apresentadora Sarah Oliveira e deu detalhes sobre sua coleção.

“As mulheres reais do Brasil são muito desprestigiadas na moda. Não tem onde comprar moda plus size e isso é um problema, inclusive para mim. Ainda existem as lojas específicas para plus size, mas acho uma ditadura”, contou ela, que assistiu ao desfile de André Lima e elogiou a coleção do amigo. “É impressionante como ele se supera nos caimentos e nos cortes dos vestidos. Foi lindo”.

Preta falou ainda sobre seu quarto álbum, o Sou Como Sou, que tem lançamento previsto para o próximo mês e contará com uma canção escrita pelo pai, Gilberto Gil.

“Agora que estou completando dez anos de carreira meu pai fez uma música pra mim. Nunca pensei que poderia dizer que meu pai é meu fã, como é hoje. A música é um tapa na cara. É uma música de um pai que protege uma filha”, disse ela.

fonte: terra.com

Roupa de Frio para Gordinhas – Fotos, Dicas e Modelos

Com a chegada do inverno, é muito comum ver nas vitries novos modelos de roupa para ofrio, mas muitas lojas ainda não dispões tamanhos grandes, dificultando muitas vezes as mulheres gordinhas usar o que está na moda.

Mas hoje em dia não existe mais este tipo de problema, pois abriu no mercado  brasileiro divesas lojas especializada em moda, diretamente para mulheres gordinhas.

Mas além das roupas, a mulher gordinha pode abusar dos acessórios que vai ser um ótimo acompanhante nesta estação, como por exemplo o cachecol, toucas e meias calças de lã.

Confira abaixo fotos e modelos de roupas de frio para gordinhas:

(clique na foto para ampliá-la)

Será que chegou a hora de pararmos de chamar as pessoas de ‘gordas’?

Especialistas britânicos debatem se os termos ‘gordo’ e ‘obeso’ seriam úteis ou um sinal de preconceito em sociedade obcecada com magreza.

Um relatório sobre obesidade e corpo publicado recentemente por um membro do Parlamento britânico recomendou a adoção, na Grã-Bretanha, de uma linguagem neutra em relação a peso. Ou seja: palavras como ‘gordo’ e até ‘obeso’ deveriam ser eliminadas do vocabulário de profissionais de saúde, professores e a sociedade em geral, propõe o parlamentar.

Poucos discordariam de que chamar alguém de gordo é desagradável e ofensivo. Há quem diga também que o termo talvez não ajude se o objetivo é motivar o indivíduo a perder peso.

Mas será que abolir também termos como ‘obeso’ e ‘acima do peso’ não seria um pouco extremo?, rebatem alguns.

Os parlamentares envolvidos dizem que os termos têm impacto negativo sobre a imagem coletiva do corpo e a autoestima das pessoas. Eles sugerem que médicos substituam esse tipo de linguagem por discursos promovendo estilos de vida saudáveis e a saúde de maneira mais ampla.

A ideia é parte de um movimento mais amplo, que vem ganhando força há algum tempo em vários países.

Na sua raiz está uma noção de que a sociedade contemporânea teria adotado um conceito rígido e homogêneo de beleza baseado na magreza. E que haveria hoje um preconceito contra indivíduos que não se encaixam nesse padrão. Alguns usam até o termo fattism originado na palavra inglesa fat (gordo). Em tradução livre, ‘gordismo’.

Ditadura da magreza

A ideia vem sendo debatida há algum tempo. Um estudo de janeiro da Universidade da Pensilvânia (EUA) considerou a palavra ‘obesidade’ ofensiva, enquanto o Conselho da Cidade de Liverpool (Grã-Bretanha) debateu, em 2010, banir o termo em sua literatura destinada a crianças.

Mas nem todos concordam. Também em 2010, o Ministério inglês de Saúde Pública disse que os clínicos gerais deveriam deixar sua condição clara às pessoas obesas, na tentativa de motivá-las a perder peso.

Afinal, então, será que a terminologia ligada ao peso precisa ser repensada?

A médica Sarah Jarvis, apresentadora do programa de TV One Show, da BBC, diz que, em um contexto médico, as palavras ‘sobrepeso’ e ‘obeso’ são necessárias, principalmente porque elas simbolizam parâmetros do Índice de Massa Corporal (IMC).

‘Não quero fazer com que as pessoas se sintam mal, e entendo que algumas possam ter problemas de autoestima, mas, no final das contas, como médico, se você é cauteloso demais, corre o risco de as pessoas não entenderem as implicações (de seu peso) à saúde’, opina.

‘O fato é que o IMC é o melhor indicador (da relação altura-peso) e, se você entra na categoria de obesidade, tem mais chances de morrer de uma condição relacionada a essa obesidade, como um mal cardíaco. E mesmo que seja acima do peso, tem mais chances de morrer cedo ou de desenvolver problemas de saúde.’

Jarvis diz que, em algumas ocasiões, escolhe com cuidado o termo que vai usar. Por exemplo, ela nunca estimula as pessoas a fazer dieta – ‘já que 90% das pessoas que perdem peso em dietas tendem a recuperá-lo em um ano’ -, mas sim a adotar um novo estilo de vida.

‘Politicamente correto ao extremo’

Jarvis diz que nunca usaria a palavra ‘gordo’ em sua prática médica, porque ‘traz associações a gozações de playgrounds’, mas opina que banir o termo ‘acima do peso’ é ‘levar o politicamente correto ao extremo da loucura’.

‘Entendo que é um equilíbrio delicado: de um lado, não queremos ser pejorativos ou maus; mas, ao mesmo tempo, o pêndulo não deve virar demais para o outro lado’, afirma, citando que as sociedades modernas estão vendo a obesidade crescer e abranger uma parcela crescente de suas populações.

Nigel Mercer, presidente da Associação Britânica de Cirurgia Plástica Estética, concorda que, quando se trata de alguém seriamente acima do peso – ou seja, de uma questão médica -, ‘não tem como escapar da questão’. Para ele, é preciso ‘usar a terminologia adequada para o uso adequado’. Mas o dilema existe.

‘Para uma sala de aula de aula infantil, é importante dizer que o sobrepeso leva à diabetes, mas é também uma questão psicológica. E crianças muitas vezes são cruéis’, diz. Ao mesmo tempo, ele agrega, ‘sei que sou um cara grande, e não teria problemas em ouvir isso de um profissional da saúde. Mas seria diferente ouvir isso de alguém na rua’.

O site Magazine da BBC já explorou o tema da discriminação relacionada à obesidade e ouviu da empresária Marsha Coupe, que pesava 139 kg, que ela acreditava que o ‘gordismo’ estimulava ataques contra ela.

Para Susie Orbach, psicóloga e autora do livro Fat is a Feminist Issue (A gordura é um tema feminista, em tradução literal), o preconceito sofrido por pessoas como Coupe vem da ideia de que quem está acima do peso perdeu o autocontrole – algo que assusta a sociedade, já que há tanta pressão para se manter em forma.

Orbach também escreveu sobre o assunto no jornal Guardian, citando um novo estudo que ressalta a discriminação contra obesos no mercado de trabalho.

Ao mesmo tempo, Tara Parket-Pope, do New York Times, lembra que pesquisas sugerem que as pessoas nem sempre têm noção quando estão engordando, entrando em um estado de ‘negação’ e muitas vezes subestimando os problemas que isso pode causar.

Fonte: g1.globo.com

As 10 modelos gordinhas mais gatas do mundo

O site Oddee fez uma compilação das dez modelos plus size mais gatas da atualidade. Confira:

10ª. Fluvia Lucerda

9ª. Kate Dillon

8ª. Ashley Graham

7ª. Natalie Laughlin

6ª. Anansa Sims

5ª. Silvia Rho

4ª. Barbara Brickner

3ª. Christina Mendez

2ª. Justine Legault

1ª. Tara Lynn

 fonte:  lista10
Por: TED Editorial

Namorar engorda mesmo e estudos comprovam, diz médico

Solteiros têm maior preocupação com a forma, por questão de aparência.

Para emagrecer, casal pode fazer atividades junto, inclusive sexo.

Tadeu Meniconi*Do G1, em São Paulo

A publicitária Paula Egas perdeu 7 kg nas últimas dez semanas. Com a ajuda do noivo Renato, que é cozinheiro profissional, ela adotou um novo cardápio, com refeições mais leves, usando cereais integrais, comendo de três em três horas.

Mas nem sempre foi assim. No primeiro ano de namoro, a paulistana, que hoje mora em Curitiba, ganhou 15 kg. “Ele me conquistou pelo estômago”, brinca. No começo do namoro, há três anos, ela pesava 80 kg. Chegou a 105 kg, antes da dieta atual, e está com 98 kg no momento.

Paula engordou 15 kg apenas no primeiro ano de namoro com Renato, e agora tenta voltar ao peso inicial (Foto: Arquivo pessoal)Paula engordou 15 kg apenas no primeiro ano de namoro com Renato, e agora tenta voltar ao peso inicial (Foto: Arquivo pessoal)

O caso de Paula é mais um relato de um problema comum que ocorre com pessoas após o início de um relacionamento estável. O ganho de peso nessas situações não é apenas um mito: é confirmado por estudos, segundo Adriano Segal, psiquiatra ligado à Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).

“A alimentação no namoro já muda. São mais programas para restaurantes, programas mais caseiros, digamos”, aponta o médico.

O especialista afirma que, embora aconteça também entre as mulheres, o ganho de peso na relação é mais comum nos homens.

Segal indica alguns fatores para explicar o que acontece. Em primeiro lugar, os solteiros costumam ter uma preocupação maior com a forma por uma questão de aparência – eles querem se manter atraentes.

Entre os casados há um segundo fator: eles são, em média, mais velhos do que os solteiros, e essa diferença de idade já explica, em parte, a dificuldade de manter a forma. A partir do segundo filho, as mulheres e seus maridos apresentam tendência ainda maior de ganhar peso.

Em terceiro lugar, Segal aponta uma questão que atinge os homens solteiros e que moram sozinhos. Muitas vezes, eles não sabem cozinhar. Fora de casa, eles acabam fazendo menos refeições. Esta alimentação, embora não seja a mais saudável, tende a engordar menos.

Dicas para o casal
A relação a dois pode servir também como uma ajuda para recuperar a boa forma. “Especialmente se eles estiverem em uma boa relação, se cuidar estimula o outro a se cuidar também”, diz o psiquiatra.

A perda de peso passa por mudanças na alimentação e pela atividade física, e o casal pode se ajudar no processo. Na hora de jantar, Segal aconselha que os dois alterem o cardápio.

“Você não precisa comer a velha comida francesa toda vez que sai, pode comer algo mais saudável”, afirma. Em vez de fondue, que é muito gorduroso, o casal pode optar pela comida japonesa, por exemplo. Além disso, é preciso maneirar na bebida. O vinho é saudável quando se bebe apenas uma taça, mas o abuso leva ao ganho de peso.

O novo cardápio de Paula e Renato inclui pão integral e salada (Foto: Arquivo pessoal)O novo cardápio de Paula e Renato inclui pão
integral e salada (Foto: Arquivo pessoal)

É o que acontece com Paula e Renato. “Dieta não é fácil mesmo, mas com a ajuda do noivo, tudo está ficando mais fácil de levar. O apoio dele e a ajuda com o preparo dos alimentos são o que mais me estimula”, diz a publicitária.

Com o novo cardápio que Renato faz em casa, na versão “light”, os dois estão perdendo peso. Paula diz que o noivo não tem o hábito de se pesar, mas que a aliança frouxa no dedo é um sinal da evolução.

As atividades físicas — que Paula e Renato não fazem por falta de dinheiro para pagar a academia, segundo ela — podem ser feitas em conjunto ou não, mas os dois deveriam praticar esportes, sugere o médico.

“As atividades de lazer podem ser em conjunto. Que seja uma caminhada, uma pedalada”, indica Segal. “Mas não há uma necessidade de fazer tudo junto. Sempre é bom ter um nível de individualidade”, pondera.

A individualidade só não vale para uma atividade específica, que não pode ser ignorada. “O sexo conta, sim, enquanto exercício físico. Uma noitada boa pode queimar muitas calorias”, afirma o médico.

*Colaborou Luna D’Alama

Preconceito

Empresária de moda Alice Ferraz vira trending topic no Twitter por “preconceito contra gordinhas”

 Mariana de Paula
Alice Ferraz (Divulgação

Alice Ferraz

A empresária Alice Ferraz virou assunto no Twitter e entrou para o trending topic brasileiro nesta segunda-feira (23). O burburinho se deu em virtude de uma matéria publicada pela Istoé Dinheiro na sexta-feira (20), sobre a dona da rede de blogs F*Hits, onde é revelado que para se cadastrar em sua plataforma de comércio eletrônico (F*Hits Shops), a consumidora precisa “usar roupas menores que o tamanho 46”, caso contrário, o acesso pode ser negado.

Segundo a matéria, Alice Ferraz explica que o sistema de aprovação foi escolhido “para não prejudicar a qualidade do atendimento”. No Twitter, várias pessoas protestam a atitude da mulher, tachada de Miranda Priestly da internet brasileira (como menção ao personagem de Meryl Streep no filme “O Diabo Veste Prada”), alegando preconceito contra as gordinhas e contra a moda plus size.

A empresária ainda conta à revista que certa vez descobriu que o cadastro da mulher do Pedro Grendene, vice-presidente da Grendene, não tinha sido aceito, e exigiu que sua equipe a aprovasse de alguma maneira, o que ainda agravou as críticas no Twitter, com comentários do tipo: “E o critério da tal da Alice Ferraz? A dondoca que vestia 46 não podia entrar porque era gorda, mas foi aceita quando souberam que era rica”.

Os internautas soltaram a hashtag #46nãoentra para protestar contra Alice e alguns famosos como Hugo Gloss e Preta Gil já comentaram sobre o assunto. “Sou uma mulher feliz e realizada vestindo 44 e algumas vezes 46, como eu sempre digo: Gordura não mede CARÁTER. Eu sempre falo que sou contra esse rótulo de moda Plus Size, falo com meus amigos estilistas que o certo é a grade ter numeração maior. Pra que ter mais um rótulo Plus Size? Temos o direito como mulheres consumidoras e lindas de entrar em qualquer loja e comprar!”, escreveu a cantora, lançando a nova hashtag “46 é luxo”.

A Istoé Dinheiro acrescentou à matéria o seguinte esclarecimento, em resposta ao furor gerado no Twitter:

A F*Hits enviou um comunicado à redação nesta segunda-feira 23 com esclarecimentos sobre o trecho da matéria que se refere às peças tamanho 46.Na mensagem, a rede afirma que o fato de não comercializar roupas acima desse tamanho não é uma decisão da empresa. “Não conseguimos comprar peças com esse tamanho; por isso não vendemos”, diz a companhia.

Sobre Alice Ferraz

Alice Ferraz é um dos principais nomes do mercado de moda do Brasil atualmente. Ela é sócia-fundadora do Grupo F, que inclui empresas de relações públicas e dirige produções para grifes, e dona da rede de blogs F*Hits, que já reúne 25 blogs de moda e recentemente ganhou uma plataforma própria de comércio, a F*Hits Shops – causadora de toda a polêmica que certamente está deixando a “Miranda Priestly da internet” de cabelos em pé.

Por: TED Editorial

Miss Plus Size dá dicas de moda e diz: ‘A roupa certa te deixa mais segura’

Carla Manso abriu seu guarda-roupa para o EGO e falou sobre a dificuldade das mulheres mais curvilíneas para encontrar o visual certo.

Carla Manso posa para o EGo (Foto: Iwi Onodera / EGO)

Carla Manso posa para o EGO (Foto: Iwi Onodera / EGO)

Carla Manso, a atual Miss Plus Size Tamanhos Reais, deu o que falar, no começo do mês de março, ao ter fotos suas, completamente sem roupa, divulgadas na mídia. E a jornalista, que há alguns anos trabalha como modelo para grifes de moda plus size, abraçou de vez a causa de ajudar as mulheres curvilíneas a conhecerem e valorizarem mais seus corpos.

A loira abriu seu guarda-roupa para o EGO e montou alguns looks que, em sua opinião, ajudam a mostrar a sensualidade de suas curvas. Trabalhando há anos no mercado e dona de um blog onde troca ideias com outras internautas que estão acima do peso, o “Fatshion”, ela também deu dicas de moda.

Este slideshow necessita de JavaScript.

“O grande segredo para qualquer pessoa se vestir bem é conhecer seu corpo e valorizar o que tem de melhor. A maioria das gordinhas, principalmente, ainda não se conhece direito e por isso não consegue se vestir como gostaria. O meu corpo, por exemplo, é em formato pêra, maior nos quadris e pequeno em cima. Uso ombreiras, colares e brincos grandes, e acessórios como boleros e coletes para preencher a parte de cima do meu corpo e ficar mais proporcional. Como gosto das minhas pernas, uso shorts e saias mais curtos, para deixá-las à mostra”, diz.

Apesar de estar cada vez mais forte e presente na mídia, Carla admite que a moda plus size ainda está distante do dia-a-dia das mulheres que dependem dela e sofrem para encontrar tamanhos maiores nas lojas convencionais – que, em sua maioria, vendem peças até o manequim 46. Por isso ela lançou, em julho de 2011, uma loja virtual, a Best Size, onde vende peças para todo Brasil.

“Antes de virar modelo para as grifes plus size, tinha muita dificuldade em encontrar roupas, mas, de uns três anos para cá, acho que essa situação melhorou. Além de eu saber onde procurar, agora está mais fácil encontrar lojas que vendam roupas interessantes. O problema é que a maior parte delas fica em São Paulo… Quando percebi isso, resolvi abrir mão da minha carreira de jornalista e abrir a loja. Recebia diariamente no meu blog mensagens de pessoas perguntando onde achar as roupas que eu usava nas campanhas e reclamando que chegavam nas lojas e só encontravam roupas de senhora ou com número até 44, 46. Era uma necessidade, e agora posso ajudar essas pessoas e me ajudar também”, diz.

Carla Manso posa para o EGo (Foto: Iwi Onodera / EGO)Carla posa com vestido acinturado, um segredo
para destacar as curvas (Foto: Iwi Onodera / EGO)

Mesmo ganhando a vida com o negócio especializado na venda dos chamados “tamanhos especiais”, Carla acredita que o aumento deste tipo de loja não é a solução esperada pelas gordinhas e defende que as marcas tradicionais comecem a fabricar para este mercado.

“A gordinha não quer uma roupa feita especialmente para ela. Quer encontrar roupas que a valorizem nas lojas comuns, que podem encontrar com facilidade e bom preço. As lojas convencionais estão perdendo tempo e deixando de ganhar dinheiro, pois há muitas mulheres gordinhas que são ótimas consumidoras. Fora do Brasil, a situação não é assim. No fim do ano passado, viajei para Londres e Paris e comprei várias peças lá, em lojas nornais, com muita facilidade. Desde moda praia e íntima a casual e festa”, declara.

Vaidosa, Carla confessa que é consumista e gosta de ter muitas peças no armário. Além de gastar entre R$ 200 e R$ 500 por mês com roupas novas, ela também não joga nada fora: “Guardo peças de diferentes manequins, porque sofro do famoso efeito sanfona, diminuo e aumento com facilidade. Atualmente, estou vestindo 48, mas minhas roupas variam entre o 46 e o 50. Também tenho aquelas peças clássicas que sei que vão voltar à moda algum dia. As franjas, por exemplo, estão em alta e eu tinha uma jaqueta guardada no fundo do armário.”

Saisfeita consigo mesmo, Carla destaca, no entanto, que não incentiva as pessoas a serem obesas. Seu objetivo, segundo ela, é “alavancar a autoestima da mulher curvilínea”.

“Não faço apologia à obesidade. Só defendo que as pessoas têm que ser felizes com o corpo que Deus deu. Tem gente que engorda porque tem um problema de saúde ou emocional muito grande. Temos que saber nos aceitar, nos amar e nos respeitar acima de tudo. Tendo saúde, que é o importante, está tudo certo. As gordinhas têm que parar de se vestir para se esconder. Parar de usar roupas largas demais ou só escuras. Fiz isso na adolescência e fui sem graça durante muito tempo. Mulher bem vestida fica mais autoconfiante, e a roupa certa te deixa mais segura para tudo, até para se relacionar com os outros”, fala.

fonte: ego

Por: TED Editorial

Eliana realiza um casamento no palco

Neste domingo, 11 de março, muitas emoções vão tomar conta do palco do programa Eliana. No quadro “Sonhos que não se Compram”, a repórter Cinthya Rachel traz ao palco o casal Danielle e Rogério, que participou do quadro “Famosos da Internet” no ano passado com o vídeo “Tá Lokona”.

No entanto, eles se separaram depois do nascimento do filho Rogerinho, que hoje está com 5 meses. Rogério decidiu entrar em contato com a produção afirmando o desejo de reconquistar Danielle e pedi-la em casamento. Eliana vai acompanhar essa história de perto e revelar uma surpresa para Danielle, que ganhará um lindo casamento com muita alegria e carinho no palco do Programa Eliana.

 

Fonte: http://www.sbt.com.br/eliana/

 

Por: TED Editorial