Gordinhas se aflorando na mídia


Cada dia que passa mas gordinhas e gordinhos consegue um espaço maior na mídia, uma coisa que era muito difícil de se ver:  uma gordinha dançando, atriz gordinha (a não ser comediante), ou um esportista que era acima do peso.

Aos poucos estamos aparecendo, e esperamos que cada dia que passa isso aumente, não estou aqui falando que sou a favor da pessoa ser gorda, e sim aceitar o jeito que ela é, mas lógico sempre pensando na saúde e bem estar.

Agora está em evidência modelos plus size, sempre aparecendo mulheres lindas acima do peso e com roupas elegantes e jovial, coisa que antigamente era muito raro, conseguir roupas nesse naipe, mas infelizmente nem todos lugares tem essa  facilidade ou preço acessível.

Vemos vários concursos com meninas plus size um exemplo:

gordinha mais chique de SP

O concurso Plus Size Mais Chique, que vai eleger a gordinha mais estilosa de São Paulo, entrou em sua reta final. As 15 finalistas, escolhidas entre mais de 350 inscritas, participaram de uma sessão fotográfica, em São Paulo.

Trecho da reportagem:  r7.com

Também de vez em quando escutamos sobre algum esportista acima do peso exemplo:

‘Gordinha’ rouba a cena, e Uruguai arranca aplausos com time amador

Fabiola, que atua na mesma posição, mas do lado do Brasil, se impressionou com o que viu e para ela a levantadora uruguaia mostrou que é possível, mesmo fora dos padrões, ser atleta.

– Como se vê, ela não é dos padrões normais. É um pouco mais fortinha e isso, querendo ou não, exige mais dela em quadra. Mas ela se supera, mostra que é possível jogar mesmo nessas condições. 

trecho da reportagem: glogo esporte

E para terminar também em programas de autidório:

No programa legendários, “Gordinha Esquema” arrasa no palco

Então esperamos que a mídia mude mesmo esse conceito da ditadura da magresa e comece a  mostrar  mulheres reais, pois fazemos parte desse mundo também.

Por:  TED Editorial

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CHIQUE É CRER EM DEUS!

Ola, recebemos essa semana essa crônica da Glória kalil, que nos mostra que chic não é só estar na moda ou usar roupas caras, basta ser educado e ter fé, crer no ser humano. E não importa se você é gordo ou magro, baixo ou alto, branco o preto, se for bem educado você será sem chic de mais!!!

 Por GLÓRIA KALIL

Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas.

Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando
estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem
brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações
inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É “desligar o radar”, o telefone, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com “trocentas” plásticas do físico… quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que
salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo… falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não
aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios… mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

Por: TED Editorial

PESQUISA – Quando o relacionamento esfria pelos quilos a mais

Fizemos uma pesquisa pela Internet com a seguinte pergunta:

Como lidar com o preconceito contra o gordo dentro do relacionamento amoroso?

Conheço casos de mulheres (e homens também) que engordaram muito depois que se casaram e tiveram filhos, e o relacionamento esfriou – o homem perdeu um pouco (ou totalmente) o interesse e a mulher, que engordou, também perdeu o interesse porque não se sentia bem e segura, se sente feia. Não que aconteça só com mulheres, mas acredito que seja mais comum.

Isto acontece mais do que pensamos! As consequências são traição, solidão, incompreensão e desrespeito até por parte dos filhos. Como lidar tudo com isso?

Respostas:

  • Procurar um psicólogo de imediato, fazer uma academia, incentivar o parceiro a fazer de tudo para que melhore sem desprezar e, sim, ajudar.
  • Há casais também cuja mulher não ficou obesa, mas o homem ficou obeso e careca e a mulher continua gostando dele pelo homem que é e foi, e há homens também com esta atitude. Há coisas muito mais importantes do que cama em um relacionamento, se o parceiro perdeu o interesse porque o outro engordou, isto prova que o relacionamento não é maduro, as pessoas tem que ter vaidade, se cuidar, sim, e o parceiro pode dar um toque, mas há casos que são de saúde. Às vezes, a mulher engorda na gravidez e, com cuidados com filho e trabalho, não tem disposição em se cuidar, fazer uma dieta, acho válido tentar auxiliar o parceiro a perder peso, ajudá-lo(a), agora, simplesmente perder o interesse, tem que reavaliar o conceito do relacionamento. Quando parceiro está normal e é a pessoa fofinha que está com depressão, bom, tem que buscar força de vontade e tentar mudar isso e, se não consegue emagrecer por fatores diversos, como disse, há outras coisas importantes em um relacionamento, foque a relação, a casa, o cuidado, futuro dos filhos, encontre um motivo importante que de mais forças para superar.
  • Cada caso é um caso. Concordo quando alguém comenta que a gordura faz mal e que a pessoa precisa emagrecer, tudo bem, mas nem toda gordura é por relaxo, comodismo ou algo do tipo!
  • A minha melhor amiga, quando era mais jovem, tinha um corpo de fazer inveja a cirurgião plástico pelas curvas perfeitas e tudo mais, mas, aos 25 anos, ela descobriu falha na tireóide, hipotireoidismo. Em seguida, ela descobriu que estava diabética e, ao contrario de muitos diabéticos, ela não emagreceu, engordou por ter que tomar todos os dias insulina injetável 2 vezes ao dia e comprimidos 3 vezes ao dia. Ela sofre muito com tudo isso e eu sofro junto quando a vejo chorar.
  • A sorte dela é que seu marido não deixa de elogiá-la. Ele é amoroso e carinhoso, mas, enfim, o corpo dela nunca mais será o mesmo.
  • Amor, tratamento! Toda doença tem cura! É muito fácil falar, mas tudo tem um meio termo. Somos culpados dos extremos quando nos deixamos levar pela preguiça, desprezo e pouco casso. Quem realmente quer, deve ir à luta, removendo as pedras do caminho, e plantando flores, não pelo que os olhos vêem e, sim, para se sentir melhor consigo e com a vida. Seu corpo é a morada do seu Espírito.
  • O jeito é não engordar, poxa! As pessoas se desprezam depois que casam, vejo pessoas que mudaram totalmente! O que eu tenho a dizer a essas pessoas é: AMEM-SE MAIS.
  • Isso aí é falta de amor!
  • Emagrecer seu obeso!
  • Emagrecendo!!!

A Redação

DEPOIMENTO

25/01/2012  03:39

De: Milaine Aragão

Eu tenho 29 anos e passei a vida praticamente toda tentando emagrecer. Consegui de verdade poucas vezes, mas ganhei de novo tudo o que perdi. Vivia de regime ou triste por não estar conseguindo fazer. A última vez que tentei não faz muito tempo, menos de 1 ano e até consegui por 1 mês, e perdi 4 quilos (1 quilo por semana)!

Quando passei a não conseguir fazer mais, comecei a pensar bastante! Vivia me perguntando que sentido tinha eu ter que sofrer tanto, me torturar tanto só para ter um pouco de dignidade, e não conseguia a resposta. Não achei a resposta! Não tem sentido! Também me perguntava que sentido tinha eu ter tantas qualidades e todas serem anuladas pelos meus quilos a mais. Também não via sentido!

Com o tempo, descobri que o ruim de ser gorda(o) não é a gordura em si, nem as doenças causadas pelo excesso de peso, nem o fato de nem todas as roupas caírem bem, nem a falta de agilidade para praticar certos esportes. O ruim de ser gorda(o) é o PRE-CON-CEI-TO!

Você se sacrifica demais para emagrecer e, muitas vezes, sem perceber que não era aquilo que você queria mesmo, que era apenas porque uma sociedade inteira te obrigou a tal.

Quase tudo que o gordo sofre é por causa do preconceito e da discriminação:

  • Nas lojas não tem seu tamanho -> discriminação;
  • Na TV só aparecem pessoas gordas para comédia -> discriminação e preconceito.

A mídia impõe padrão de beleza que pouquíssimos podem ter, e os demais vivem a se maltratar e até prejudicar a própria saúde para alcançar. Não há só uma forma de ser belo(a)! Um cabelo loiro e liso não fica bonito pra todo mundo! Magreza demais não fica legal pra todo mundo! Ninguém precisa ter o nariz fino – mais da metade da nossa população é de negros e pardos.

Não faço apologia à obesidade e à gula, não quero dizer que ser gordo é lindo, é um máximo, é saudável, mas quero dizer que não há porque se martirizar, se achar feia(o), e o principal: deixar que tirem seu respeito e dignidade por isto.

Desabafo de uma gordinha

Esses dias eu andava muito triste e não importa quantos anos tenho ou o que faço da vida. O importante é saber o fato. Sim… esses dias ando muito triste, uma solidão que  não dá pra explicar ao certo, desejo de ter alguem eu acho. Para uma gordinha sinto que é mais intenso por conta do preconceito que é de mais, porque em todo lugar que você vai você é metralhada com olhares de nojo e palavras estupidas e cruéis. Eu aprendi a lidar com esse tipo de coisa e vou tentando levar a vida, mas chega um dia que você se vê sozinha (sem alguém que ama) e essa dor é tão intensa como facadas no peito e aí já era, sua alma desconfigura e sua estima vai embora.

E isso se torna visível em tudo que você faz, tudo fica feio, você fica feia. Vou dar um exemplo: estava eu jogando um jogo de RPG e aí varias pessoas começaram a chamar meu personagem de feia, de nub feia, de horrorosa. Cara, isso acabou comigo. Eu com a estima lá em baixo, toda sensível e vem uns filhos da puta e me falam essas coisas… nossa… me acabei no choro. Me senti uma merda, um lixo, a criatura mais feia do mundo, incapaz de se relacionar socialmente com membros virtuais e em um contexto diferente do real.

O mundo está perdido ou eu que preciso crescer e deixar de ser tão sensível?

Eu quero chorar, mas criaturas feias como eu não podem ter privacidade para fazer isso.

Estou caindo no poço e não tenho onde segurar para me salvar, e ao contrário, sinto pedras caindo em cima de mim, que me doem, que me machucam, que me ferem e estão causando enormes feridas que talvez não cicatrizem.

Esse é o meu pedido de socorro antes de esborrachar no fundo deste poço. Preciso de palavras de conforto, palavras amigáveis, preciso de ombro amigo. Por favor, me ajudem.

Obrigada.

Por: TED Editorial


ADELE EMAGRECE E REPAGINA VISUAL APÓS CIRURGIA

Adele reapareceu após sua operação na garganta, mais magra e bastante disposta. Mas a cantora, que está se recuperando dacirurgia, causou um grande impacto por causa de sua suposta  perda de peso, o que causou um certo burburinho na imprensa inglesa.

A artista postou em seu Twitter a primeira imagem dela após a cirurgia, onde afirma já ter feito cabelo e maquiagem.
Algumas publicações afirmam que a cantora emagreceu após a cirurgia. De quebra ela aproveitou para dar uma repaginada no visual.
Há algumas semanas, Adele disse aos seus fãs que ainda não está pronta para fazer um novo CD depois do famoso álbum 21.
Retirado de: Ofuxico
Por: TED Editorial

PRECONCEITO E AMEAÇA

A luta contra o preconceito não pode acabar. No dia
27/11/11, Cynthia Marcenes, 34, sofreu insultos
preconceituosos no seu perfil, em uma rede social. Ao
postar uma imagem, com uma mulher obesa, que
dizia: “Não existe feiura, existe preconceito e muita
inveja” e no comentário da foto, ela postou: ““ Coisa
bonita, coisa gostosa, quem foi que disse que tem que
ser magra para ser formosa…” Palavras do Rei Roberto
Carlos”. Após fazer essa postagem, recebeu inúmeros
comentários extremamente preconceituosos, onde ali, a
liberdade de expressão tornou-se um desrespeito.
Foram postados comentários do tipo: “gordas são
tenebrosas”, “tenho horror a gordas e não acridito que realmente vc, tendo uma patologia social, possa
ser feliz” e outros insultos. Ao ver essa discriminação, um amigo de Cynthia tentou ajudar, mas os
comentários continuaram e cada vez mais preconceituosos, onde começaram as ameaças: “Estão
matando gordos, negros e cachorros em S.P. Não demora muito chega no rio vamos nos
cuidar!!!”. “Me senti insultada, desrespeitada e senti na pele o que é sofrer algum tipo de preconceito” –
Desafa Cynthia. “Essa pessoa que não tem a mínima intimidade comigo, postou comentários extremamente
preconceituosos e foi capaz de dizer que é impossível eu ser feliz porque sofro de uma patologia social, isso é,
gordo não pode ser feliz. Além do mais, disse, só o que é feito para gordos são as comidas calóricas, que somos
desprezados por vendedores de lojas de roupas, que não podemos frequentar ônibus por causa das roletas e
bancos, disse também que homens sentem vergonha em andar ao lado de uma mulher gorda e só se sentem
satisfeitos se ele também for gordo” – Explica Cynthia.
Cynthia está procurando um advogado, para entrar com um processo contra os preconceitos que sofreu. E ela
alega ainda, que irá fazer uma denuncia a política, por receber ameaças.

Retirado de: Fatos Jornalísticos

Por: TED Editorial

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Gordinhas X Carreira

Por Adriana Cocco

Nem sempre ser eficiente, responsável, dedicada e talentosa pode render às mulheres o tão sonhado emprego. Uma pesquisa realizada pela Universidade de East Lansing, em Michigan, nos Estados Unidos, concluiu que, mesmo não sendo consideradas obesas, as que apresentam sobrepeso ocupam nas empresas muito menos vagas de destaque do que os homens.

Aqui no Brasil não existem estudos a respeito, mas há gordinhas bem resolvidas com seu corpo e sua carreira que dizem já ter se sentido discriminadas profissionalmente.

Alcione Ribeiro, 32 anos, publicitária que vive em São Paulo, é uma gordinha assumida. E feliz! Ela atua como redatora publicitária e editora de conteúdos pela internet. Conta que não encontrou nenhum problema para conquistar o atual emprego, mas que nem sempre foi assim.

“Meu atual chefe me conheceu por e-mail, gostou do meu trabalho e me convidou para fazer parte da equipe. Só então ele me conheceu pessoalmente. Mas nem sempre foi assim, nunca sofri o preconceito direto e abertamente, mas tenho certeza de que fui eliminada em alguns processos seletivos por causa do meu peso, já que eu correspondia muito bem a todos os outros requisitos para a vaga. Porém, a diferença está em como reagia a isso, nunca deixei me abater”.

Na opinião de Alcione, a discriminação contra as mulheres gordas no mercado de trabalho não é algo generalizado. Mas está presente e acontece devido ao preconceito criado pelos próprios recrutadores.

“Hoje em dia temos excelentes profissionais que ocupam cargos importantíssimos em grandes empresas e estão acima do peso, uma vez que a capacidade de raciocínio independe da condição física. É claro que devemos levar em consideração que não é qualquer cargo que uma pessoa acima do peso pode ocupar, é complicado quando se exige algum tipo de esforço físico maior. Mas não acredito que a pessoa gorda seja incapaz de cumprir suas funções tão bem quanto uma pessoa magra. Acho que muitas vezes a discriminação ocorre por um preconceito criado pelos recrutadores, pois duvido que exista uma empresa sequer com a regra ‘proibido contratar gordos’ em suas normas e estatutos. O problema está nas equipes de RH, na falta de amadurecimento dos processos seletivos e, principalmente, na falta de avaliação efetiva de cada candidato”.

De fato, segundo Melina Graf, gerente de Planejamento de Carreira da empresa Xavier Recursos Humanos, muitas vezes ocorrem casos em que pessoas obesas são preteridas em processos seletivos. “A empresa julga que eles podem ter problemas de saúde, faltar no trabalho para ir ao médico ou algum tipo de dificuldade que envolva o esforço físico”.

Ela ressalta, porém, que não é a aparência que define a contratação de um colaborador e sim as competências e experiências que ele tem a oferecer para a empresa. “No entanto, em alguns mercados – como vendedora de cosmético, mercado de luxo, aeromoças, recepcionistas de eventos, agências de modelo, mercado de esportes, entre outros – existem algumas exigências em relação à beleza, pois o colaborador leva a imagem da empresa para os clientes”.

De forma geral, diz Melina Graf, ser gorda não é fator limitante para o desenvolvimento de algum tipo de atividade profissional. “O importante é a forma como ela pode contribuir para a empresa e os resultados que pode gerar. Infelizmente as pessoas acabam sendo estereotipadas pelo seu tipo físico. Nestes casos, precisam provar que esse pré-conceito não é verdadeiro. E isto é demonstrado com otrabalho no dia a dia. Se o trabalho não exige esforço físico, a agilidade e a performance podem ser iguais para todos”.

Ambiente de trabalho

No ambiente de trabalho, a redatora Alcione diz que nunca teve o desprazer de sentir-se discriminada por ser gorda. Mas, se isso acontecesse… “Costumo não dar muita atenção à pessoas que me julgam pelo tamanho do meu corpo, para mim isso é tão pequeno e mesquinho que não me atinge. Conheço bem minha capacidade profissional, minhas qualidades e conhecimentos e sei que tudo isso nada tem a ver com o meu peso. Não sabia nem a metade do que sei hoje quando era 30 quilos mais magra. Quem sai perdendo é a empresa que deixou de me contratar pelo fato de eu ser gorda”.

Para as mulheres gordas que vierem a sentir na pele a dificuldade de conquistar uma vaga devido ao seu peso, ela recomenda: saia por cima!

“Acredite, não vale a pena fazer tempestade em copo d’água. Mostre ao tal recrutador que você está acima do preconceito idiota dele e que o fato de ser reprovada por estar acima do peso só demonstra que essa empresa não vale a pena, que não é mesmo o seu lugar. Pois pense bem, se o recrutador da vaga age assim, como será o comportamento dos demais na empresa? No mínimo duvidoso, não acha? Saia por cima”.

fonte : vila mulher

Por: TED Editorial

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Discriminação contra pessoas gordinhas

DISCRIMINAÇÃO NAS ACADEMIAS‘Tenho 24 anos, estou no último ano de educação física e, além de alta, sou gordinha: tenho 1,82 m e peso 98 quilos. Por dois anos, fui orientadora da sala de musculação de uma grande academia do Rio de Janeiro. Eu atendia pessoas um pouco mais velhas, o que, segundo meu chefe, era ótimo. Por não serem saradas, elas se sentiam mais à vontade comigo. Sempre fui considerada uma das melhores profissionais da minha unidade, até o dia em que um dos diretores da rede passou por lá, olhou para mim e, sem perguntar nada, fez com que meu coordenador me demitisse. O motivo? Eu não me enquadrava nos padrões estéticos da academia. E ainda dizem que não existe preconceito.’ Esse é o depoimento de uma leitora de Marie Claire que respondeu à pesquisa online da Redação, pedindo para não se identificar.O personal trainer Alexandre Menegaz, que trabalha exclusivamente com obesos há 11 anos, já ouviu muitos relatos reproduzindo experiências igualmente desagradáveis em academias de ginástica. ‘Muitos chegam a se inscrever, mas abandonam as aulas porque se sentem totalmente deslocados ou, o que é pior, o centro das atenções’, diz.

Para o psiquiatra Artur Kaufmann, coordenador do PRATO -Programa de Atendimento ao Obeso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo, o ciclo é vicioso: existe a crença de que as pessoas gordas não freqüentam academia, e isso explica a falta de investimento no segmento. ‘Por outro lado, os gordos acham que academia é lugar de gente magra. Existe, sim, discriminação, mas a verdade é que muita gente faz disso uma boa desculpa. ‘Já que tem preconceito, não vou mesmo’, é o que costumo ouvir’, diz o psiquiatra.

fonte: revista marie claire

Por: TED Editorial

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