Pesquisa diz que maconha reduz risco de obesidade

Um estudo realizado por pesquisadores franceses do Instituit National de Santé ed de la Recherche Médicale (Inserm) aponta que o uso habitual de maconha reduz o risco de obesidade. O estudo foi publicado nesta sexta-feira no “American Journal of Epidemiology”.

Foto: Reprodução

Segundo a pesquisa, o percentual de obesidade entre aqueles que fazem uso da maconha pelo menos três vezes por semana, é 33% mais baixo em relação aos não fumantes. Os estudos têm base em duas fontes que colheram dados de cerca de 52 mil norte-americanos.

De acordo com a primeira fonte, 22% dos não fumantes de maconha são atingidos pela doença, contra 14% entre os usuários habituais. A segunda fonte indica um índice de 25% de não usuários obesos em relação a 17% entre os fumantes.

Ainda assim os pesquisadores alertam: “qualquer que seja a explicação sobre a correlação obesidade x consumo de maconha, é improvável que a canabis possa substituir um dieta eficaz”.

As informações são do blog “Sem Fronteiras”, do jornalista Wálter Fanganiello Maierovitch.

Fonte: SRZD – Sidney Rezende – Ciência e Saúde

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Chocolate faz bem para a saúde; confira 10 benefícios

A páscoa está chegando e sempre nos lembramos dos deliciosos ovos de chocolate! Mas, muitos dizem que nós gordinhos não podemos come-lo porque faz mal. Mas o TED achou uma pesquisa confirmando os 10 benefícios que o chocolate traz à nossa saúde.

Câncer de intestino

Pesquisadores da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, divulgaram em 2008 que o chocolate pode ajudar a combater o câncer de intestino. Isso porque algumas moléculas presentes no cacau, chamadas de procianidinas, possuem propriedades antioxidantes, que serviriam para proteger as células das degenerações do tumor.

Bem-estar

A sensação de bem-estar causada pelo chocolate encontra respaldo na ação da endorfina e da dopamina, relacionadas ao relaxamento. Alguns cientistas afirmam que a delícia é capaz de aumentar a produção dessas substâncias.

Fluxo arterial  Estudos mostram que o consumo do chocolate amargo melhora o fluxo arterial e faz bem à saúde cardiovascular por diminuir a tendência de coagulação das plaquetas e de obstrução dos vasos sanguíneos. Ajuda a diminuir os níveis de LDL (colesterol ruim)  Foto: Getty Images

Fluxo arterial

Estudos mostram que o consumo do chocolate amargo melhora o fluxo arterial e faz bem à saúde cardiovascular por diminuir a tendência de coagulação das plaquetas e de obstrução dos vasos sanguíneos. Ajuda a diminuir os níveis de LDL (colesterol ruim)

Saúde do coração

O chocolate tem efeitos benéficos para o coração. Cientistas da Universidade de Linkoping, na Suécia, descobriram que a versão amarga (rica em cacau) inibe uma enzima no organismo conhecida por elevar a pressão arterial. O resultado positivo é atribuído às catequinas e procianidinas, antioxidantes encontrados na iguaria.

Saúde cerebral

O chocolate amargo pode reduzir os danos cerebrais após um acidente vascular cerebral, segundo um estudo da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Os cientistas descobriram que um composto chamado epicatequina protege as células nervosas. Os testes foram realizados em ratos e a equipe espera que os efeitos possam ser aplicados em seres humanos.

Na gravidez

Chocolate durante gravidez pode ajudar a prevenir a pré-eclâmpsia (hipertensão). Uma pesquisa da Universidade Yale, nos Estados Unidos, sugere que mulheres que saboreiam a delícia ao menos cinco vezes por semana estão 40% menos propensas a desenvolver o problema do que aquelas que a consomem menos de uma vez.

Ataques cardíacos

Pessoas que sobreviveram a ataques cardíacos e comem chocolate podem reduzir o risco de morrer por problemas do coração, segundo pesquisa realizada na Suécia. Testes mostraram que saborear o produto duas vezes por semana resultou em 66% menos chances de morrer de doença cardíaca e uma vez por semana reduziu o risco quase pela metade.

Dores

Ingerir chocolate pode aliviar dores, de acordo com um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. A distração de comer ou beber por prazer atuaria como um analgésico natural. Os testes foram realizados em ratos, mas os pesquisadores acreditam que o mesmo efeito ocorra em pessoas.

Beleza

O chocolate é um aliado da beleza também. Está presente em banhos de ofurô, massagens, máscaras e outros cosméticos. Além do alto poder hidratante, o produto combate os radicais livres, evitando a oxidação das células.

Desgaste físico

Dois levantamentos realizados por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, concluíram que leite com chocolate é a melhor bebida para se recuperar da atividade física. Os benefícios estariam na quantidade de carboidratos e proteínas da mistura.

Retirado de: Terra.com

Por: TED Editorial

Para emagrecer rápido, britânicos usam sonda que leva a comida direto para o estômago

Você toparia ser alimentado por um tubo enfiado no nariz para eliminar os quilos extras? Pois é o que alguns britânicos desesperados para perder peso rápido têm feito, segundo o jornal “The Telegraph”. O método, conhecido como Ketogenic Enteral Nutrition (ou Nutrição Enteral Cetogênica), consiste em adotar uma dieta líquida consumida por meio de uma sonda nasogástrica, dessas usadas em hospitais para levar o alimento direto para o estômago.

Um dos defensores da dieta é o médico Ray Shidrawi, gastroenterologista do Hospital Universitário Homerton,em Londres. Segundoele, o método foi criado há mais de 30 anos na Itália e faz com que o corpo utilize as reservas de gordura para gerar energia.

 Reprodução

Ao “The Telegraph”, homem diz ter perdido 21 kg após submeter-se ao tratamento polêmico.

A dieta é feita em ciclos de dez dias. O paciente recebe uma fórmula em pó que é misturada a um litro de água duas vezes por dia. O usuário é obrigado a carregar uma bolsa ligada a uma pequena bomba portátil, que envia a mistura, em gotas, diretamente para o estômago através do tubo.

O líquido é rico em proteínas e fornece apenas 130 calorias diárias. Em entrevista ao jornal, Shidrawi diz que em cada ciclo é possível perder de 4% a 9% do peso corporal, sem sofrer efeitos colaterais ou passar fome. Os pacientes podem fazer quantos ciclos quiserem até alcançar o peso desejado, entretanto é preciso um intervalo de dez dias entre um ciclo e outro.

Na opinião da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), esse tipo de dieta líquida pode levar a pessoa a ter déficits nutricionais, pois adultos não podem ficar sem alimentos sólidos.

“Podem surgir deficiências de vitaminas e minerais; além disso, o organismo precisa de alimentos sólidos para formar bolos fecais e não ficar com o intestino preso”, explica a endocrinologista Claudia Cozer,  membro da Associação.

Na visão da especialista, o método não é saudável para emagrecer. “Como a pessoa baixa muito as calorias da dieta e depois volta a comer normalmente, o organismo começa a estocar calorias extras, pois espera que o corpo tenha um novo jejum”, explica Cozer.

Além disso, a endocrinologista declara como mais preocupante a mudança na composição corpórea. “Não é só o peso que esse método altera, mas também a composição do organismo; o metabolismo, por exemplo, começa a ficar mais lento. A pessoa emagrece quatro quilos, mas depois torna a engordar tudo de novo”, acredita.

“O método não é recomendável e não traz benefícios para quem deseja perder peso. Ainda que seja mais difícil, o ideal e mais recomendável sempre é a mudança de hábitos alimentares”, conclui.

Fonte: UOL Ciência e Saúde

Estresse no trabalho induz mulheres a ‘comer emocionalmente’

Mulheres que andam esgotadas no trabalho seriam mais propensas a usar a comida para aliviar o estresse, mostra um estudo finlandês.

Quem tem um trabalho estressante deve evitar levar guloseimas ao escritório - Agência Estado

O trabalho, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, aponta que aquelas que disseram estar extremamente cansadas no trabalho tendiam a comer por causas emocionais, ou seja, estresse, ansiedade ou depressão, em vez de apenas por fome.

Além disso, eram mais propensas a comer “descontroladamente”, situação que ocorre quando a pessoa está sempre faminta ou não pode deixar de comer até que toda a comida tenha desaparecido.

“Quem sofre desgaste pode ser mais vulnerável à ingestão emocional e descontrolada e tem habilidade para mudar seu hábito alimentar”, descreve Nina Nevanpera, do instituto finlandês de Saúde Ocupacional, líder do estudo.

“Recomendamos que primeiro seja tratado o desgaste, e que o desgaste e o comportamento alimentar sejam avaliados nos transtornos de obesidade”, acrescentou.

O resultado se baseia no estudo feito com 230 trabalhadoras com idades entre 30 e 55 anos que fizeram parte de uma avaliação clínica sobre mudanças saudáveis de estilo de vida. Todas tinham emprego e no início foram questionadas sobre seu estresse ocupacional e hábitos alimentares.

Cerca de 22% tinham algum grau de esgotamento no trabalho, e o grupo tendia a comer segundo as emoções e de maneira descontrolada. Ao contrário, as mulheres sem esgotamento no início do estudo tendiam em um ano a comer cada vez menos de forma descontrolada. Mas o grupo do estresse não conseguiu fazer essa mudança.

Ainda assim, não foram observados efeitos no peso das participantes. No início do estudo, metade das mulheres com ‘burnout’ (sensação de que o trabalho estressa ou que não tem sentido) tinham um peso normal, comparado com um terço das mulheres que não sofriam de estresse.

“A partir dos resultados, não podemos concluir que o esgotamento no trabalho está associado ao sobrepeso ou à obesidade”, diz a autora. Ainda assim, ela considera que comer emocionalmente é um fator de risco potencial para a obesidade futura.

Além disso, não é um hábito saudável, já que as pessoas estressadas tendem a optar por um chocolate ou uma comida rápida em lugar de uma fruta, por exemplo.

Os resultados não surpreendem, diz Sherry Pagoto, professora associada de medicina da Faculdade de Medicina da Universidade de Massachusetts e médica do centro de peso da mesma universidade.

“Tudo está associado ao estresse”, acrescentou Pagoto, que não participou do estudo.

Quando as pessoas estão expostas a uma fonte de estresse crônico, às vezes começam a comer segundo suas emoções e a ter problemas de peso.

“concordo que o importante é controlas as fontes de estresse”, diz Pagoto. “Se uma pessoa está exposta de maneira crônica a um elemento estressante, terá muitos problemas para emagrecer”, acrescentou.

E se uma pessoa não está com sobrepeso, o fato de comer emocionalmente não é uma boa ideia. É reforçar um hábito que não é saudável”, destacou.

Àquelas que não estão expostas ao estresse no trabalho, ela recomenda eliminar  as tentações do escritório, ou pelo menos levar alimentos saudáveis, bem como evitar as máquinas que vendem produtos.

Se o estresse aumenta, ela sugere encontrar outras formas de controle, como fazer caminhadas. Pagoto considerou um erro não fazer exercício, porque a atividade física é o ‘melhor antídoto’, segundo ela.

Fonte:  Estadão

Com 226 kg, rapaz é raro exemplo de quem tem cintura maior que a própria altura

  • O inglês Rob Gillett, 25, pesa 226,7 kg, tem 1,52 m de altura e 1,83 m de cinturaO inglês Rob Gillett, 25, pesa 226,7 kg, tem 1,52 m de altura e 1,83 m de cintura

O inglês Rob Gillett, 25, que pesa 226,7 kg, é um raro exemplo de alguém cujo tamanho da  cintura é maior que o comprimento da sua altura. Chamado de “Rosquinha-Humana”, Rob mede 1,52 m de altura, enquanto sua circunferência mede 1,83 m.

Ele, que mora em Bridgend, no Reino Unido, conta que tem uma “quedinha” por doces e, com muito donuts de creme, chocolate, biscoitos, bolos e cerca de um litro de refrigerante, consome cerca de 7.000 calorias ao dia.

“Meu principal vício é para coisas doces. Não gosto do que vejo no espelho, mas quando vejo a comida, só quero comer. Comer, comer e comer!”, contou, destacando que não fuma –pelo menos…

Quando vai dormir, o inglesinho chora por não ter uma namorada e por saber que não vai atingir a média de vida de alguém da sua idade. “Eu quero perder peso para que eu possa caber em roupas da moda, sair e encontrar os amigos. Mas gosto dos meus bolos com creme. Me considero um selecionador, já que gosto de pegar coisas. Estou sempre pegando”, contou.

Para ele, a culpa do seu tamanho é da avó, que o alimenta desde criança. “Acho que minha avó me alimenta mais do que deveria… Mas isso é uma coisa que a avó mesmo”

Hoje Rob participa de um reality show para perder peso no Reino Unido, chamado “Supersize v Superskinny”.

*Com informações do The Sun.

Retirado de: Uol.com

TED- A equipe TED deixa claro que a obesidade é uma doença, mas que tem cura, se quiser mudar esse quadro é sim possível. Mas em primeiro você tem que aprender a se amar, a gostar de si como é. E mesmo sendo gordinho isto não impede de trabalhar, namorar, sair, dançar ou qualquer outro tipo de coisa.

Por: TED Editorial

Entrevista – Balão Intragástrico e Cirurgia de Estômago

Fizemos uma entrevista com uma pessoa que utilizou balão intragástrico e, depois, fez cirurgia de estômago. Perguntamos sobre sua experiência e os motivos pelos quais passou por todo este processo. Algumas pessoas não gostam de nenhum tipo de exposição na Internet, então, colocamos só as iniciais do seu nome.

TED – Gostaríamos de saber, primeiramente, o que a motivou a passar por todo este processo e se tinha alguma doença associada ao excesso de peso.

C.C.C. – Eu já não aguentava mais carregar 171 kg (com 17 anos). Sentia dores nas pernas, pés, não aguentava ficar em pé por mais de 30 minutos, fora as questões psicológicas. Desde que me entendo por gente, sou ‘’gordinha’’ e tentei vários tipos de tratamentos, como Nutri, Endon, Psic, Vigilantes Do Peso, remédios, acupuntura, auricultura e por ai vai, sempre emagrecia uns 6 kg, depois não conseguia mais seguir o tratamento e engordava tudo novamente e mais um pouco, por isso decidi pela cirurgia.

TED – Há quanto tempo começou o seu tratamento para emagrecer (contando desde que colocou o balão intragástrico)?

C.C.C. – Coloquei o Balão em Janeiro de 2011, sendo assim, tem 1 ano e 3 meses que venho emagrecendo.

TED – Qual era a sua meta de perda de peso e quanto já perdeu?

C.C.C. – Eliminar 100 kg. Já se foram 60 Kg, sendo 20 kg do Balão e 40 kg com a cirurgia.

TED – Como foi durante a utilização do balão intragástrico? Teve alguma dificuldade?

C.C.C. – Foi super tranqüilo, até tranquilo demais por sinal. Utilizei por 4 meses e, no quarto mês, era como se não tivesse nada no meu estomago, dava pra comer tranquilo.

TED – Ficou com medo de fazer a cirurgia de estômago? Se sim, como fez para lidar com isto?

C.C.C. – Não. O meu único medo era ser gorda o resto da vida. Confio em Deus.

TED – Qual técnica de cirurgia foi feita?

C.C.C. –  By Pass.

TED – Teve alguma dificuldade ou teve complicações depois que a cirurgia foi feita?

C.C.C. – Só no segundo mês que é uma fase de adaptação, onde começamos a saber qual é a quantidade de alimento que cabe no estômago, fora isso, tudo muito tranquilo.

TED – E se sente bem hoje?

C.C.C. – É uma outra vida! Sinto mais disposição, faço coisas que nunca pensei em fazer antes e, o melhor, ver que quem pensava que eu nunca conseguiria engolindo palavra por palavra.

TED – Muito obrigado por participar da nossa entrevista.

C. C. C. – Eu que agradeço! :*

 

Por: TED Editorial

Por que ficar muito tempo sem comer ou de jejum engorda?

Em vez de emagrecer, ficar muito tempo sem comer pode fazer você engordar! A Corpo a Corpo conversou com a nutricionista Viviane Corrêa do Nascimento para entender por que isso acontece…

ficar muito tempo sem comer pode engordar!
Ficar sem comer por muito tempo pode, em vez de emagrecer,fazer você engordar! Cuidado com isso…

Foto: Danilo Borges

Ficar muito tempo sem comer engorda, sim! Quando você passa mais de três horas sem se alimentar ou faz jejum, o corpo economiza no gasto calórico e o metabolismo fica mais lento. É a forma dele estocar energia para prevenir a falta.

A culpa desse fenômeno é dos nossos ancestrais. Na época das comunidades primitivas, quando os homens viviam da caça, passava-se dias sem ingerir um alimento. O organismo então se adaptou a economizar energia, pois não sabia quando se alimentaria de novo

Além disso, quando você volta a se alimentar, a fome está incontrolável e faz você comer mais ainda. E o que você come, fica estocado na forma de gordura. O organismo age pela lei da compensação: ele tenta manter uma reserva maior de energia armazenada (gordura) para seprevenir no caso de um próximo jejum.

Desta maneira, além de fazer mal à saúde, a perda de peso nesse caso é basicamente decorrente da perda de líquidos celulares e massa múscular e, portanto, não é eficaz. Sem contar os outrosprejuízos que ocorrem no organismo, como dor de cabeça, fraqueza, tontura etc. O ideal, portanto, é fazer de 5 a 6 pequenas refeições por dia.

*dúvida respondida pela nutricionista e professora do curso de Nutrição e Dietética da Etec Júlio de Mesquita (SP), Viviane Corrêa do Nascimento

Retirado de: Uol.com

Por: TED Editorial

Enfermeira de MG emagrece 41 kg após desistir de cirurgia e remédios

Beatriz Quirino, de 22 anos, tem feito reeducação alimentar e exercícios.

Jovem passou de 106 kg para 65 kg em 6 meses, e ainda quer perder 5 kg.

Luna D’AlamaDo G1, em São Paulo

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Após anos de tentativas frustradas para emagrecer, que incluíram moderadores de apetite, consultas a nutricionistas, endocrinologistas, psicólogos, médicos ortomoleculares e terapias holísticas, além de exames para fazer uma cirurgia de redução de estômago, a enfermeira Beatriz Quirino, de 22 anos, eliminou 41 kg com reeducação alimentar e exercícios físicos.

“Meus pais sempre foram contra a operação bariátrica, pois conheciam casos de pessoas que tiveram depressão, passavam mal ou vomitavam ao comer. Quem faz tem muita coragem e merece respeito, mas, sem o apoio da minha família, não tive coragem”, conta a mineira de Belo Horizonte.

Beatriz antes e depois (Foto: Arquivo pessoal)Imagem à esquerda mostra Beatriz em junho de 2010, com 99 kg – depois ela ainda ganhou 7 kg – e em janeiro deste ano, com 65 kg, após 6 meses de reeducação alimentar e exercícios (Foto: Arquivo pessoal)

Foi no mesmo mês, em agosto de 2011, que Beatriz aproveitou que uma tia tinha marcado consulta com uma nutróloga, mas não poderia ir, e foi no lugar dela. No entanto, ela não acreditava que conseguiria sair do patamar dos 106 kg.

“Lá, fiz um exame chamado bioimpedância, que mediu a quantidade de ossos, músculos, gordura e água no meu corpo. Tinha 58% de gordura. A conversa durou uma hora e meia e quis ‘estrangular’ a médica, por tanto terrorismo sobre os malefícios da obesidade”, lembra. Atualmente, seu percentual de gordura está em 39,5%, e quer chegar aos 30% – o normal é entre 18% e 28%.

A nutróloga recomendou um programa alimentar que previa refeições menores e mais frequentes, muitas fibras, água e caminhadas leves. Foi então que a enfermeira trocou os biscoitos recheados, salgadinhos, refrigerante e fast food por frutas, iogurtes, barrinhas de cereais e legumes como brócolis, couve-flor, abóbora e cenoura no vapor, já que não gosta de salada.

“Também diminuí a carne vermelha de sete para uma vez por semana e aumentei a ingestão de água de 200 ml para 1,5 litro por dia. A acne sumiu da minha pele, e o intestino que era preguiçoso e funcionava uma vez por semana, muitas vezes à base de laxante, hoje está bem regulado”, compara Beatriz.

A acne sumiu da minha pele, e o intestino que era preguiçoso (…), hoje está bem regulado”
Beatriz Quirino

Para se manter na linha, a mineira comprou uma bolsa térmica onde coloca tudo o que vai comer durante o período em que estiver fora de casa. Além disso, programa o celular para despertar a cada 2h, para não ficar com a barriga vazia nem sentir fome demais.

Caminhadas e academia
Nos primeiros cinco meses de mudança de hábitos, Beatriz fez apenas um controle alimentar, pois cumpria um plantão de 12h por dia no trabalho e, à noite, estudava para um concurso público. A atividade física, então, ficava restrita a caminhadas de 40 minutos aos finais de semana, em uma praça perto de casa.

Passada essa fase, em janeiro a enfermeira se matriculou na academia, aonde vai de segunda a sexta, durante 1h, e faz exercícios aeróbicos e musculação.

“A diferença de um mês para cá foi gigante. Ganhei fôlego, resistência e posso subir uma escada ou ladeira sem cansar”, diz.

Beatriz carnaval (Foto: Arquivo pessoal)Beatriz realizou um sonho e cortou o cabelo neste
carnaval, após perder 41 kg (Foto: Arquivo pessoal)

Roupas, cabelo e até o pé menores
Ao chegar aos 65 kg em 1,60 m de altura, Beatriz encurtou as roupas e os cabelos, um sonho antigo.

“Sempre quis ter cabelo curto, mas tinha medo de ficar com o rosto muito redondo”, ressalta.

Os vestidos também perderam pano no comprimento e nas laterais: “Antes, eu só usava batas e coisas largas. Passei de uma calça 54 para 42 e de uma blusa GGG para M. Até meu pé diminuiu, porque era inchado. Mudei do número 38 para o 37”, revela.

A enfermeira doou todo o guarda-roupa antigo para instituições de caridade e ainda está comprando peças novas. Vai esperar renovar por completo quando perder mais 5 kg – seu objetivo final.

O único senão da perda de peso foi a flacidez nos braços, abdômen, mamas e parte interna da coxa, que Beatriz pretende um dia corrigir com cirurgia plástica.

Sempre quis ter cabelo curto, mas tinha medo de ficar com o rosto muito redondo”
Beatriz Quirino

Vida nova
A reeducação da enfermeira mudou por completo a forma como ela vê os alimentos. “Sempre idolatrei a comida, achava a coisa mais gostosa do mundo. Minhas recompensas por notas boas na escola ou favores aos meus pais sempre eram com isso”, conta.

Ela agora não perde mais oportunidades como acontecia na infância e na adolescência, como a vez em que deixou de ir a uma viagem com a turma do ensino médio por vergonha de usar roupa de banho.

Além da transformação física, as pessoas perceberam uma melhora no humor de Beatriz. “Estou mais tranquila, engraçada. Sempre fui extrovertida, mas sentia vergonha de me aproximar de pessoas estranhas. Ganhei autoconfiança”, destaca.

Beatriz antes e depois 2 (Foto: Arquivo pessoal)Beatriz e Wander juntos em agosto de 2011e, à direita, na virada do ano (Foto: Arquivo pessoal)

O sentimento de inferioridade e desvantagem em relação aos outros acabou, e o apoio da família e do namorado, Wander – que está com Beatriz há dois anos e meio –, foi fundamental nesse processo.

“Todo obeso é uma bomba prestes a explodir. Meu pai é hipertenso, meu avô diabético e há vários casos de problema de peso na minha família. Hoje, tenho orgulho das minhas fotos e quero incentivar todos gordinhos do Brasil a saber que sempre tem uma saída. Apesar de podermos ser lindos independentemente do peso, a saúde tem que estar em primeiro lugar”, completa.

Retirado de: G1.com

Por: TED Editorial

DICAS PARA AGUENTAR O CARNAVAL


Para poder se divertir e sempre ter aquele pique, tem que tomar algumas precauções:

  •  Beba muita água e líquidos,  invista em isotônicos que repõem o sódio, o potássio e as vitaminas perdidas; sucos de fruta, água de coco e água, que hidratam.
  • é indicado a ingestão de carboidratos encontrados em massas e pães.
  •  invista em uma barrinha de cereal ou uma fruta. Um pedaço de queijo vai bem.
  • carnes magras (peixe e frango), cereais, arroz, feijão, legumes e verduras.

Alguns alimentos para dar energia:

  • açaí é outra ótima opção para esta época do ano porque possui alto teor energético. Servido com ou sem granola, xarope de guaraná ou frutas, o alimento fornece ferro, fósforo, cálcio, potássio e vitaminas E e B1, além de muitas fibras. Perfeito para repor as energias, o glicogênio muscular e impedir a perda de massa magra, além de tudo, o açaí é uma delícia.
  •  Invista no açai, é um poderoso energético principalmente se servido com mel e granola.
  • A banana é uma ótima opção de lanche para garantir disposição
  •  As amêndoas são fáceis de levar e de comer, são fonte de energia garantindo assim energia e disposição
  •  Reforcem as porções de carboidrato. Claro que sempre mantendo um equilíbrio entre proteína, legumes e carboidrato, mas em situações desgastantes como a do Carnaval é no carboidrato que você deve investir, já que uma das suas funções é produzir energia
  •  Barras de cereais, os cereais integrais em geral devem ser consumidos, e como as barrinhas são fáceis de levar é uma ótima opção de lanche também, é importante fazer um lanchinho de 3 em 3 horas

Evite misturar bebidas alcoólicas, sobretudo os energéticos. Essas misturas podem sobrecarregar o fígado e causar sérios danos a saúde. Alimentos embutidos, como: salames, presuntos e queijos amarelos também devem ser cortados. Doces e frituras também saem da lista.

 

E se exagerar na bebida uma dica para melhorar a ressaca:

Bata no liquidificador:

Meia maçã picada

Meia cenoura

Suco de uma laranja pêra ou um copo de água de côco

Um talo de aipo ou salsão

Adoce com pouco açúcar e tome três copos ao dia, mesmo que a sensação de ressaca já tenha passado.

 

Por: TED Editorial

Coma de acordo com a sua idade

Com o tempo tudo muda, até a forma como o organismo processa os alimentos.

Por Helen Signy

 

Você provavelmente não usa mais as roupas de que tanto gostava há vinte anos. Também não deveria comer as mesmas coisas. Nossas necessidades nutricionais mudam com a idade.
A cada década, há alimentos que devem ser privilegiados e outros, evitados, seja por causa de uma gravidez, pelo desejo de manter a aparência jovem ou pela chegada da menopausa. Conversamos com especialistas e lhes pedimos dicas para adequar a alimentação às diferentes fases da vida.
20 – 40 anos Necessidades nutricionais
Nessa idade, você provavelmente está a toda, trabalhando, caindo na gandaia, ou correndo atrás das crianças. A demanda de energia é alta, por isso, proteínas e cereais integrais devem ser os componentes mais importantes da alimentação. Você também está estabelecendo as bases de sua saúde no futuro; más escolhas agora podem ser traduzidas em doenças cardíacas ou diabete mais tarde.
Pode haver deficiência de ferro, e talvez seja preciso aumentar a ingestão de ácido fólico e iodo, caso pense em engravidar. Obtenha esses nutrientes da comida e tome suplementos.
A massa óssea chega a seu ponto mais alto. Em nenhum outro período da vida há tanto cálcio armazenado quanto agora. Depois dos 40, ele começará a diminuir; logo, é importantíssimo chegar à máxima densidade óssea enquanto pode. Os laticínios são a chave para o sucesso neste caso.
Alimentos ideais
Laranja Rica em vitamina C, especialmente importante na época da concepção e na gravidez.
Espinafre O ácido fólico vem das folhas; se não gosta de espinafre, escolha outra verdura folhosa. Comprimidos não resolvem; mesmo quem toma suplementos precisa dos nutrientes obtidos com a alimentação.
Salmão em lata O salmão em lata (selvagem) e não o fresco (de aquicultura) é o mais rico em ômega-3 e em cálcio para os ossos (e também é ótimo para o feto em desenvolvimento, caso esteja grávida).
Iogurte natural Fornece a gordura necessária e ajuda a absorver a vitamina D, que, por sua vez, promove a absorção do cálcio e protege contra a osteoporose mais tarde.
Ovo e torrada integral Proteínas e cereais integrais aumentam a sensação de saciedade, o vigor, e ajudam a manter estável o nível de glicose no sangue.
Banana Rica em magnésio, ajuda você a lidar com a TPM e diminui o desejo repentino de comer doces.
Erros a evitar
> Não ingerir laticínios o suficiente por medo de engordar.
> Consumir cafeína, refrigerantes e bebidas alcoólicas em demasia, que diminuem o cálcio e afetam o modo como o organismo absorve os nutrientes provenientes dos alimentos.
> Não comer regularmente. Essa atitude desestabiliza o nível de glicose no sangue.
> Cortar grupos de alimentos necessários (por exemplo, não comer carne ou carboidratos).
40 – 50 anos Necessidades nutricionais
Esse é o período mais importante para prevenir problemas de saúde no futuro, como hipertensão arterial, colesterol alto e ganho de peso excessivo. A vida ainda pode estar agitada, mas talvez você não seja mais tão fisicamente ativa quanto antes – levar os filhos de carro ao futebol ou ao balé não faz o coração bater mais depressa.
E você também pode se ver na perimenopausa e observar algumas mudanças no metabolismo e nas formas do corpo. Com a redução do nível de estrogênio, há mais depósitos de gordura na cintura do que nos quadris e nas coxas; o colesterol pode subir e os ossos podem ficar mais fracos.
As necessidades de ferro e cálcio ainda são altas, mas cuidado com o peso e evite doces e gorduras. Óleos monoinsaturados e poli-insaturados de boa qualidade, como canola e azeite, são ótimos. Tente comer mais peixe e aumente a ingestão de fibras e cereais para proteger os intestinos.
Alimentos ideais
Peixe Rico em ômega-3, é ótimo para manter a pele hidratada e tem efeito anti-inflamatório.
Ovo Fornece proteína e zinco, serve para ajudar na regeneração dos tecidos danificados e na cura de problemas de pele.
Amêndoa Fonte de vitamina E, de proteína e gordura “boa”.
Limão Tem efeito purificador e desintoxicante sobre a pele e os órgãos. Esprema um limão em um copo d’água e beba a mistura toda manhã.
Maçã Contém fibras e também é rica em pectina e vitamina C, boas para manter a aparência saudável da pele.
Erros a evitar
> Comer demais. Como cada vez se gasta menos energia, é preciso reduzir também as porções.
> Não comer proteína o suficiente. Isso é importante para manter a sensação de saciedade, permitir a digestão mais lenta dos carboidratos e impedir depósitos de gordura no abdome.
> Comer alimentos industrializados e fast-food em excesso. O teor elevado de sal e gordura pode provocar hipertensão arterial.
> Ingerir alimentos pobres em gordura, mas ricos em açúcar. Você precisa de um pouco de gordura (mantém a aparência jovem); tente não exagerar nesse aspecto.
50 – 60 anos Necessidades nutricionais
A chegada da menopausa traz uma série de mudanças nas formas do corpo, na visão que temos de nós mesmas e até nos relacionamentos. Alguns sintomas como ondas de calor (fogacho), insônia e falhas de memória variam entre levemente incômodos e debilitantes.
Com o fim da menstruação, o ferro deixa de ser uma grande preocupação, por isso é bom procurar outras fontes de proteína em vez de só carne vermelha. No entanto, você ainda precisa de muito cálcio para proteger os ossos.
Essa é a hora de aumentar a ingestão de antioxidantes para ajudar a prevenir as doenças crônicas comuns na idade avançada, como o câncer e os problemas cardiovasculares. A partir dessa fase, muita água e bastante fibra são essenciais para manter a saúde dos intestinos.
Alimentos ideais
Pão de soja e de linhaça Ambos contêm níveis elevados de fitoestrogênios, que, segundo alguns estudos, ajudam a promover o equilíbrio hormonal e abrandam alguns sintomas da menopausa.
Lentilha Juntamente com outras fontes vegetais de proteína, ajuda a regular os hormônios.
Tofu Já se comprovou que tem efeito positivo sobre a densidade óssea.
Hortaliças frescas Ricas em fibras naturais, previnem o depósito de gordura no abdome.
Melancia e outras frutas ricas em água, como as uvas, mantêm o teor natural de água do organismo.
Erros a evitar
> Comer demais. A tendência é se engordar um quilo por ano depois dos 30, caso se coma as mesmas quantidades; por isso, o tamanho das porções se torna importantíssimo.
> Comer bolos e docinhos em todas as reuniões e eventos sociais a que comparecer. Faça com que todos os alimentos que põe na boca tenham alguma importância nutricional.
> Tomar muito café ou vinho tinto. Se estiver com insônia, ansiedade ou depressão, essas substâncias podem piorar esses distúrbios.
> Abusar dos alimentos apimentados. A pimenta pode exacerbar as ondas de calor.
Retirado de: Seleções.com
Por: TED Editorial